Fotos de Gaveta – Parte 2

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“Congelar a imagem através do obturador no momento exato do ápice da manobra, escolher o ângulo e a composição que valorizem ainda mais a cena, focar o skatista, enfim, transmitir a sensação de movimento em um único frame, estático, criando no inconsciente de quem visualiza a fotografia toda a trajetória que o skatista percorreu desde o início até finalizar a manobra: esse é o objetivo da fotografia de skate.

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Outra forma é a fotografia em sequência, onde durante a manobra são tiradas várias fotos acompanhando o movimento do skatista. Com isso consegue-se mostrar todos os movimentos realizados durante a manobra, do skatista e do skate”. – Fernando Arata

Essa é a forma que o fotógrafo Fernando Arata, um dos protagonistas da exposição FdG e também um dos incentivadores de ações direcionadas à exposições fotográficas no Brasil, descreve ao tentar transmitir seu sentimento pela fotografia voltada à pratica do skate. Sua ótica e seu trabalho em um passado recente com a expo Skatógrafo resume bem as duas frentes que queremos apresentar com o trabalho da exposição coletiva Fotos de Gaveta.

A primeira é como esses profissionais enxergam a fotografia e buscam nos mostrar sua visão através de suas imagens, e a segunda é como seu trabalho de exposições, na época que foi aplicado, contribuiu para a prática de skate.

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Seguindo esse raciocínio acrescentando o coletivo à exposição (já que o skatógrafo foi uma exposição individual), apresentaremos a primeira exposição física Fotos de Gaveta, onde 15 fotógrafos de diversos cantos do país apresentam seus trabalhos em um mesmo local. O primeiro trabalho acontece em março mais precisamente na cidade de Curitiba e os detalhes, divulgaremos em breve.

Acompanhe também os trabalhos da FdG através de [ FOTOS DE GAVETA ]

Por: Alessandro McGregor
Texto auxiliar: Fernando Arata / Skatógrafo
Arte: Natan Dias